Dentro de páginas em branco, surgem milagres chamados de palavras, poemas, rimas e cantos.
Sem perceber a descrença ali exposta, passo em branco, sem retocar as manchas de tinta.
Dias levantam e caem, pássaros voam em direção ao norte, já é outono e eu nem percebi.
Não quero pensar na hipótese vaga de que o amanhã me trará felicidade, nem crer que meu amigo me acolherá em sua casa.
Pois está frio e não guardei alimento no ultimo verão.
Se minha saída depender de minha expectativa, não terei por onde trilhar, andarei em vão.
Em um labirinto saberei estar perdido, como hoje pude ver.
Faces ultrapassam o reflexo, e de voz em voz perco-me.
Ouvi dizer certa vez, que no final do arco-íris sempre há um pote de ouro…
Onde estou? cade o fim? ah sim, percebo que me perdi novamente.
Um ceticismo qualquer
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Textos que nos fazem refletir de leve (rs)…espero que quem tiver a oportunidade e prazer de ler seu texto o faça com atenção…pois ele é muito interessante, além do q, para cada pessoa, terá um significado diferente, oq é incrível, um texto único, flexível e verdadeiro.
Parabéns querido Apolinário! =)
E toda a vida continua na sua santa linha reta disforme.
os prazeres e os valores foram banalizados, assim como as pessoas se perderam e se perdem todos os dias, caminhando cada vez mais no sentido oposto de todo o sentido universal.
desconexa a esse mundo permaneço, vivendo com a cortante e intensa solidão…mas assim prefiro se “os outros” nada têm a me acrescentar.
beijokas
Como disse pessoalmente (pelo MSN) a vc, uma surpresa. Eu diria agora: uma bela surpresa!
Continue escrevendo e se aperfeiçoando…
Márcio, múltiplos talentos!
”Adorei” … Parabéns pelo projeto novo, estarei online para ler seu blog.
Salve o jornalismo alternativo!!
Bjus!
Gostei Márcio, muito bom!
Gostei da parte “Não quero pensar na hipótese vaga de que o amanhã me trará felicidade, nem crer que meu amigo me acolherá em sua casa.
Pois está frio e não guardei alimento no ultimo verão.”
legal, continue escrevendo!
bjs!